Digite os dados do seu negócio, como numa calculadora. No final, sai o diagnóstico.
selecione um dado abaixo
0
Como funciona A Conta da Base
O básico: por que essa conta existe
Todo negócio tem dinheiro parado dentro da própria base de clientes. Não é dinheiro que falta captar lá fora — é dinheiro que já é seu e não está sendo cobrado: o cliente que sumiu, a proposta que ninguém foi atrás de novo, o cliente satisfeito que nunca foi convidado a indicar alguém.
Essa calculadora pega 7 informações simples do seu negócio e transforma isso numa estimativa de quanto dinheiro está parado hoje, sem estimar contratação — só demanda.
O que cada campo significa
BASE ATIVA — quantos clientes ativos você tem hoje.
TICKET MÉDIO — quanto, em média, cada cliente gasta numa compra.
INATIVOS (6+ meses) — quantos clientes pararam de comprar há 6 meses ou mais.
PERDIDAS/MÊS — quantas propostas ou orçamentos você perde por mês, sem fechar.
FATURAMENTO MENSAL — quanto o cliente fatura por mês hoje. Usamos isso só pra mostrar, em %, o quanto o dinheiro parado representa perto do que ele já fatura.
PROCESSO DE RECOMPRA — se existe alguém responsável por reativar cliente parado, pedir indicação e estimular recompra. A maioria dos negócios não tem.
COMPRA RECORRENTE — se o seu cliente compra de forma repetida e frequente (toda semana, todo mês, assinatura), e não só uma vez esporádica.
Por que o resultado sai em faixa (de tanto a tanto)
Nenhuma calculadora de fora sabe exatamente quanto o seu negócio vai recuperar — isso depende de execução, sazonalidade e categoria. Por isso o resultado nunca aparece como um número fechado: ele sempre aparece como uma faixa, do cenário mais conservador ao mais otimista dentro de benchmarks reais de mercado. Cravar um número único criaria uma expectativa que ninguém consegue garantir.
O cálculo por trás, em detalhe
O total parado é a soma de 4 "baldes" de dinheiro parado. Cada balde usa uma taxa de mercado (piso e teto), não um número inventado:
Inativos parados = clientes inativos × ticket médio × 12%–20%. Essa faixa vem de estudos sobre campanhas de reativação (win-back): programas estruturados costumam reativar entre 12% e 20% dos clientes parados.
Propostas perdidas = propostas perdidas por mês × 12 (mês do ano) × ticket médio × 10%–15%. É quanto dá pra recuperar de orçamentos que já foram feitos e não viraram venda.
Recompra da base ativa = base ativa × ticket médio × 5%–10%. A recompra natural de um cliente já ativo costuma ficar entre 25% e 30% — aqui medimos só o ganho extra de estimular essa recompra com um processo, por isso a faixa é bem mais conservadora.
Indicação de promotores (NPS) = base ativa × 20%–35% (fatia estimada de clientes promotores) × 10%–20% (quantos desses de fato indicam um cliente pago) × ticket médio. Pesquisas da Bain & Company mostram que mais de 80% das indicações espontâneas vêm de clientes promotores — aqui aplicamos uma fatia conservadora porque a maioria dos negócios não mede isso (NPS) formalmente.
Se você marcar que sua compra é recorrente, cada cliente recuperado, retido ou indicado passa a valer o equivalente a 3 meses de ticket, não só 1 — porque num negócio de assinatura ou recompra frequente, reter 1 cliente vale muito mais do que 1 venda avulsa.
O que essa conta não é
Não é uma auditoria financeira, nem uma promessa de conversão. É um raio-x rápido, com premissas conservadoras, pra mostrar a ordem de grandeza do dinheiro parado na sua base. O ideal é validar os números com seu financeiro ou CRM antes de tomar qualquer decisão.